Darwin e o canto dos canários cegos

Murilo Dias César
  • Darwin e o canto dos canários cegos
Como poderia um respeitável e conservador “gentleman”, afirmar que o homem, ou seja, o ser humano e, portanto, também os ingleses, inclusive todos os membros da família real britânica e a própria rainha Vitória era, nada mais nada menos, que um desprezível, minúsculo e insignificante inseto, uma larva marítima que evoluiu, sem despertar contra si toda a fúria da sociedade vitoriana conservadora do século XIX?

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